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Excelente maneira para empresas de TI aplicarem UX Design

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Embora possa parecer algo caro e trabalhoso, a aplicação de UX Design em empresas pode ser realizada com medidas alternativas. Em resumo, é possível extrair grandes vantagens sem necessariamente gastar muito.

Pra que isso aconteça é preciso se embasar nas metodologias do User Experience Design. Em diversos casos tudo precisa ser muito ágil visto que o tempo para execução de um projeto é pequeno e ele dependente de uma “brecha” no mercado. São situações em que a solução tem que “estar no ar” pra ontem.

Assim como outros processos muito dependentes da cultura da organização, a preocupação nativa com UX pode demorar a surgir e se tornar prática. Por conta disso surgiu o Lean UX que, basicamente, tem como foco os entregáveis elaborados pelo UX designer baseado no entendimento do projeto e seus fatores mais relevantes.

Observe as diferenças

O processo de UX tradicional prevê maior maturação do conceito antes da validação interna e teste externo. Pensando em tornar isso mais rápido, a Lean UX utiliza a proximidade com o cliente para que a validação seja realizada o mais rápido possível:

Um cenário importante a se considerar é quando nos deparamos com projetos que possuem muitos stakeholders. Neste caso, conte com a validação prévia e prototipação posterior:

O teste externo de um protótipo deve ser realizado o quanto antes, independente do artefato que utilizar pra isso. O conceito aqui é se fazer entender gastando o mínimo possível. É claro que nesta etapa muito se questiona sobre apresentar algo bonito e que esse é um fator determinante para que o cliente goste do que está sendo realizado, mas perceba: quando essa preocupação se torna central fica evidente que não houve compreensão da diferença entre UX e UI, copy?

Falhando com UX em um processo cascata

Embora hoje utilizemos um processo mais robusto, foi pelo Lean UX que começamos aqui na empresa. Atualmente a preocupação com essas práticas é uma questão cultural e muito bem absorvida pelos clientes. A proposta da metodologia mais enxuta é também garantir que o time do projeto participe da concepção da experiência, afinal, existem fatores extremamente importantes a serem apontados pelos desenvolvedores que não são vistos inicialmente pelos analistas de UX. Na boa? Cansamos de ver por aí desenvolvedores tendo que “dar um jeitinho” na interface e/ou dizerem que algumas experiências não podem ser criadas após aprovação dos stakeholders. Em alguns casos, ocorre até mesmo que as interfaces não têm absolutamente nada a ver com os Web Services… aí complica, rs.

Integração é “clichê”, mas funciona

Trabalhando de forma integrada, o pessoal do desenvolvimento e time de UX podem garantir que o produto está no “fit” – se adequa – frente às necessidades do ambiente (ferramentas, linguagens, recursos, bibliotecas, serviços, disponibilidade de infra).

Pra que tu tenhas noção do impacto disso, observe: um loader (spinner loading) pode durar 1 segundo na concepção feita pelo analista de UX, entretanto, ao chegar para o desenvolvimento o retorno de uma requisição ao serviço feita pelo desenvolvedor pode custar 5 segundos e uma boa fatia do pacote de dados do usuário. Agora imagine essa discrepância impactando todo o projeto…

Pra fecharmos: não se frustre com UX no modelo cascata UX > Dev > Test > Build. Aplique Lean UX caso possa permitir que seu time trabalhe de maneira integrada, gerando hipóteses e testando-as em prol de um software com qualidade superior.

Capptan | mobile expert

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