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Erros que você pode estar cometendo em seu produto de software

tips from team, Todos| Views: 142

Equipes ou até mesmo um soldado solitário que lançam produtos de software estão sujeitos a cometer diversos erros. Independente da fase de tal produto (beta ou em estágio avançado de consolidação), tais erros são diferentes apenas pela gravidade e tipo que se apresentam. Normalmente, o início das atividades de uma empresa de tecnologia está pautado em solucionar problemas críticos para a operação do produto, ou seja, os esforços são demandados na resolução de grandes problemas. A medida que o tempo passa, novas situações requerem a atenção desta equipe e a experiência do usuário pode ficar de lado.

 

Confira como otimizar a experiência com seu produto e mantenha-o nos trilhos:

1. Deixar o user onboarding de lado

Converter interessados por seu produto em usuários trial é o primeiro passo para adquirir os almejados usuários pagantes. A etapa de acesso dos usuários ao seu software deve ser extremamente facilitada, afinal, é neste primeiro momento que muitas impressões são formadas sobre o seu produto. O User Onboarding é uma prática que guia os usuários no primeiro contato com o software, isto é, auxilia nos seus primeiros passos (normalmente de inserção de dados). Busque solicitar apenas dados importantes neste primeiro momento e permita que o usuário preencha outras informações depois. Lembre-se de informar acerca de qualquer terminologia ou prática desconhecida a um usuário comum.

 

2. Não relacionar personas às suas respectivas features

Pense sobre seu produto: ele possui diferentes tipos de usuários? Neste caso, a equipe não deve deixar de considerar que cada persona pode realizar tarefas totalmente diferentes no software. Para tanto, crie perfis de seus usuários e identifique quais as convenções e interesses de cada um. Desta forma, sua aplicação será consistente e, mesmo com diversos perfis de usuários, específica para as realidades a que se propõe.

 

3. Focar em oferecer todas as funcionalidades na Versão 1.0

Na Capptan somos fãs do MVP (Minimum Viable Product) e isso não é novidade. Trabalhar desta maneira significa estabelecer foco para que o produto seja construído da melhor forma possível e possa entrar em operação rapidamente. Busque encontrar o “core” de sua aplicação e, no primeiro momento, trabalhe arduamente nisso. É importantíssimo compreender o limite do escopo de seu software e, mais do que isso, a área cinzenta (novos negócios na área cinzenta, integrações, etc) que circunda tal escopo, mas não se perca pensando no todo logo no início, afinal, deixar tudo à mostra pode prejudicar seus estudos de usabilidade e feedbacks.

 

4. Não considerar a responsividade

(No way, man!) Pode ocorrer de a responsividade não ser um requisito inicial do projeto e, no andamento da coisa, deixar de ser considerada. Muitos sistemas não têm em seu escopo uma característica que torne a responsividade algo óbvio e essencial para uso e, nestes casos, cabe a equipe mantenedora do produto identificar os cenários para questionar se alguma funcionalidade do software deve ser adaptada – talvez reduzida – na versão responsiva.

 

5. Lançar features novas sem validar com usuários atuais

Aqui está um erro grave e recorrente, principalmente quando o número de usuários do software é pequeno. Talvez a necessidade de “subir” novas funcionalidades faça com que os lançamentos aconteçam de forma brusca. Lembre-se que sem usuários sua aplicação não tem utilidade alguma, logo, sua base deve ser tratada com o máximo de respeito possível e, para tanto, busque validar novas funcionalidades com perfis de usuários que operam seu software rotineiramente. Também é interessante lançar novas features para uma pequena amostra de usuários e colher suas avaliações, eles certamente apreciarão.

 

6. Entregar nenhum ou apenas feedbacks de mensagem

Usuários sempre esperam que toda ação desencadeie uma reação, mostre isso a ele, mas não apenas em mensagens de erro, sucesso ou até mesmo em overs de botões. São questões como esta que não devem ficar para depois pois “basta mudar a cor”. Prover boa experiência por meio da contextualização conceitual (de acordo com os interesses de sua persona) é uma atividade que, com certeza, agregará muita qualidade ao seu produto.

 

 

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