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Entenda agora porquê as empresas investem em aplicativos

pappeando, Todos| Views: 188

Embora seja a vontade de muitos empreendedores, o lançamento de um aplicativo não necessariamente deve estar vinculado a um aporte milionário ou problema até então não explorado. Com o aumento da mídia em torno das empresas disruptivas – também chamadas unicórnios (empresas, normalmente de base tecnológica, com valor de mercado superior a US$ 1 bi) – criou-se um superficial, embora notável, rótulo sobre aplicativos.

 

 

Listamos três tipos de apps normalmente lançados por empresas como a sua para solucionar problemas específicos:

 

  1. Aplicativos de rich mídia, branding e aumento de experiência: é fantástico notar que a cultura administrativa das empresas tem valorizado o investimento em experiência do consumidor. Este fator não deve permanecer “reservado” a organizações com grande capital, tais como as gigantes de tecnologia. O direcionamento adequado de recursos permite que uma empresa cause impacto positivo em seu cliente criando excelentes aplicativos, tais como: gestão de cupons de desconto, códigos para acesso a conteúdo extra em palestras e eventos, sistemas de pontos por fidelização ou sorteios, e por aí vai.

 

 

  1. Aplicativos de uso interno: empresas desenvolvem atividades com base em componentes tecnológicos. Controle de procedimentos e rotinas, extração de dados operacionais e projeção de informações são algumas possibilidades. O lançamento de um aplicativo como uma ferramenta de uso interno está vinculado a otimização das atividades (procedimentos) da empresa, mesmo que eles já sejam realizados em algum software. Em resumo, tais organizações economizam muitos recursos pois os apps que criam agilizam comunicações, controles de etapas, validações e acesso a informações atualizadas, principalmente em operações distribuídas ou com vários papéis distintos. Todos querem trabalhar com mais agilidade e informação.

 

 

  1. Aplicativos de inovação em serviços: as organizações prestam um serviço, até aquelas que “apenas” vendem produtos mantém ou deveriam manter estruturas como SAC e pós-venda disponíveis. Mesmo que a base de uma operação não seja a prestação de um serviço específico, é plenamente possível inovar e reduzir custos neste âmbito, criando soluções que poupem tempo do cliente e otimizem questões administrativas. Bons exemplos são os aplicativos voltados à área de atendimento, emissão de segundas vias de faturas e documentos, validações e acompanhamento de atividades. Além de oferecer comodidade para o consumidor e reduzir custos administrativos, empresas que investem em soluções para serviços podem colher e organizar dados para decisões futuras.

 

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